Presidente do TRE-SC pede que eleitores levem colinha para agilizar votação

Carlos Roberto da Silva destaca a importância do momento cívico e afirma que a Justiça Eleitoral está preparada para uma eleição transparente e segura


O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC), desembargador Carlos Roberto da Silva, pediu aos eleitores que levem um lembrete em papel com os números dos candidatos para agilizar a votação neste domingo, 4 de outubro. Nas eleições deste ano, cada eleitor fará seis escolhas na urna eletrônica.

 

Na véspera do primeiro turno, o desembargador afirmou que a estrutura está preparada para receber os votos dos 5.725.753 eleitores aptos nos 295 municípios catarinenses. A expectativa, segundo ele, é de uma eleição tranquila.

 

Carlos Roberto da Silva destacou que a participação dos eleitores deve ser acompanhada pelo respeito às diferentes opiniões. A orientação integra a campanha “Diálogo e Paz”, promovida pelo TRE-SC para incentivar o debate civilizado e evitar confrontos durante a disputa eleitoral.

 

Para o presidente do Tribunal, as eleições representam uma celebração da democracia e uma oportunidade de contribuir para a construção de um país melhor.

 

Seis escolhas na urna

 

A recomendação é definir previamente os votos e anotar os números dos candidatos na sequência em que os cargos aparecem na urna:

  1. Deputado federal — quatro dígitos;
  2. Deputado estadual — cinco dígitos;
  3. Primeiro senador — três dígitos;
  4. Segundo senador — três dígitos;
  5. Governador — dois dígitos;
  6. Presidente da República — dois dígitos.

 

O lembrete ajuda a evitar esquecimentos e a reduzir o tempo de permanência na cabine. A colinha deve ser levada em papel, pois celulares e outros equipamentos eletrônicos são proibidos na cabine de votação, mesmo desligados. 

 

Segurança e respeito ao resultado

 

O desembargador também assegurou que a Justiça Eleitoral está preparada para garantir uma votação transparente e segura, que expresse a vontade dos eleitores.

 

A campanha do Tribunal reforça que as divergências fazem parte da democracia, mas devem ser tratadas com diálogo e respeito, preservando a convivência e a decisão da maioria.

 

Pedro Schmitt, da Agência Alesc.
Foto: Rodrigo Corrêa / Agência Alesc.