Resultados integram o Plano Estratégico de Descarbonização da empresa, que busca reduzir os impactos ambientais e ampliar a contribuição para uma economia de baixo carbono.
A Irani, uma das principais indústrias de papel e embalagens sustentáveis do Brasil, alcançou um marco importante em sua trajetória na área ambiental. Desde 2004, a companhia reduziu em 92% as emissões específicas de gases de efeito estufa (GEE) por tonelada líquida produzida, resultado de investimentos contínuos em eficiência operacional, uso de energia renovável, inovação e manejo florestal sustentável.
Os resultados fazem parte do Plano Estratégico de Descarbonização da empresa, que orienta ações voltadas à redução dos impactos ambientais e ao fortalecimento de uma economia de baixo carbono.
Em 2025, a Irani reduziu em 11,3% suas emissões específicas em comparação com o ano anterior. No mesmo período, registrou um balanço climático positivo de 65.050 toneladas de CO₂ equivalente, resultado da diferença entre as emissões geradas pelas operações e o carbono capturado por suas florestas plantadas e áreas nativas conservadas. Com isso, a empresa atingiu pelo segundo ano consecutivo o compromisso de sustentabilidade alinhado ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS 13) da Agenda 2030.
Outro avanço destacado foi a utilização de 100% de energia elétrica proveniente de fontes renováveis, comprovada por meio da aquisição de Certificados de Energia Renovável (IRECs). Com isso, as emissões relacionadas à energia elétrica comprada foram zeradas.
Para o diretor de Pessoas, Estratégia e Gestão da Irani, Fabiano Alves de Oliveira, os resultados refletem uma estratégia construída ao longo de mais de duas décadas.
“Descarbonizar não significa apenas reduzir emissões. É transformar a forma como produzimos, investimos e inovamos para gerar valor para o negócio, para a sociedade e para o meio ambiente. Essa evolução é resultado de um trabalho consistente, que une tecnologia, gestão e o compromisso das nossas pessoas com um futuro mais sustentável”, destaca.
A base florestal da Irani também tem papel fundamental nessa estratégia. A empresa mantém 35.380 hectares de florestas plantadas e áreas nativas conservadas em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, responsáveis por um estoque aproximado de 11,5 milhões de toneladas de CO₂ equivalente, contribuindo para a captura e o armazenamento de carbono.
Pioneira na agenda climática, a Irani foi a primeira empresa brasileira do setor de papel e celulose e a segunda do mundo a participar do mercado de créditos de carbono com um projeto de geração de energia a biomassa. Também foi a primeira da América Latina a registrar, junto à Organização das Nações Unidas (ONU), um projeto de tratamento de efluentes industriais totalmente aeróbico para geração de créditos de carbono.
Com metas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, a companhia mantém o compromisso de utilizar 100% de energia renovável, ampliar a geração própria de energia limpa, reduzir a destinação de resíduos para aterros e aumentar, até 2030, seu balanço positivo entre emissões e remoções de carbono.
Sobre a Irani
Fundada em 1941, a Irani Papel e Embalagem é uma das líderes do setor de embalagens sustentáveis no Brasil. Controlada desde 1994 pelo Grupo Habitasul, produz papéis para embalagens, chapas e caixas de papelão ondulado, utilizando matéria-prima renovável e produção integrada às florestas próprias, além de energia autogerada.
A empresa possui unidades produtivas em Vargem Bonita (SC), Santa Luzia (MG) e Indaiatuba (SP), além de administrar áreas florestais em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. Mantém escritórios em Porto Alegre (RS) e Joaçaba (SC) e conta com mais de 2 mil colaboradores.
Imprensa Irani






Recebe nossa publicações direto no seu email!